Concurso público engorda!

Concurso público engorda!

Escrito Por
PAULA GONÇALVES
em 15 Março 2018
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Quantas vezes você já ouviu alguém dizer que engordou oito quilos quando estava estudando para concurso?

Pois é...

Parece que as pessoas identificam o estudo para concurso como um permissivo para se comer e fazer (ou não fazer) o que bem entender.

Já seria um martírio muito grande estudar para concursos, seria demais exigir uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos.

Aliás, não dá nem para perder tempo pensando em malhar.

Bom. Você sabe que sou Coaching de concursos (já passei em alguns), o que talvez não saiba é que a minha primeira formação é Educação Física.

Isso mesmo, passei no concurso de Auditora Fiscal com esse diploma debaixo do braço (e não fui a única).

Aliás, passei também para Analista de Planejamento, Orçamento e Finanças e para Agente da Polícia Federal.

Esses foram meus três primeiros, só com o curso de Educação Física.

Depois veio o Direito, as pós-graduações, o Mestrado e outras aprovações em concurso.

E o que interessa aqui, NUNCA deixei de malhar.

 

O cérebro não é uma máquina

O cérebro não é uma máquina

Isso mesmo. Parece óbvio, não é mesmo? Só que não é.

As pessoas acham que basta sentar e estudar, estudar, estudar, que tudo vai acontecer. Sim, é importante sentar e estudar, mas seu cérebro não vive só disso.

E ele não vai responder da melhor forma possível (assimilando o conteúdo) se você não respeitar seus limites.

Costumo perguntar para os meus alunos:

- Você acha que vai ficar forte levantando um peso de dois quilos da mesma maneira todos os dias durante três horas?

É mais fácil ele romper um tendão fazendo isso do que ficar forte.

E não quer dizer que isso vai acontecer.

Pode até ser que ele fique forte, mas não é a maneira mais inteligente nem a mais rápida de fazer isso.

O mesmo acontece com o cérebro.

Muitos alunos chegam na consultoria achando que basta ler todo o conteúdo que vai passar.

Não vou nem entrar no mérito do melhor método de estudo. Contudo, é fato que o exercício físico melhora o processo cognitivo (se quiser saber mais sobre o assunto, leia esse artigo): 

http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbme/v12n2/v12n2a11.pdf

Então, o aluno que só lê oito horas por dia, provavelmente, terá um rendimento muito pior do que aquele que lê e pratica atividade física.

 

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Malhando quatro horas por dia

Nããããooooo... Rsrsrs... Exageros são ruins também.

Você vai ficar muito cansado para enfrentar a rotina de estudos.

E estou falando por experiência própria.

Já competi triátlon, me exercitava entre quatro e cinco horas por dia.

Não conseguia fazer mais nada depois.

Corpo e cérebro fatigados.

Exercício 4 horas por dia

Sentiu?

O ideal é fazer de trinta a quarenta minutos de aeróbico, conjugado com vinte a trinta minutos de exercícios de força.

Porque os exercícios de força?

Porque seu corpo vai enfrentar uma batalha de estudos.

Ficar sentado, quatro, seis, oito horas diárias, não é fácil.

Você tem de preparar suas pernas, suas costas, seu pescoço para isso.

 

Comer açúcar me ajuda a pensar

Comer açúcar me ajuda a pensar

É verdade.

O seu cérebro só se alimenta de carboidrato, não entra nem proteína nem gordura.

Existe uma barreira que impede a utilização desses substratos.

E o carboidrato que circula mais rápido, que chega nas células quase instantaneamente, é o açúcar.

Por isso, as pessoas realmente têm uma boa sensação quando comem açúcar antes ou durante uma prova ou uma sessão longa de estudos.

Contudo, essa não é a única alternativa.

Se mantiver uma dieta adequada, seu cérebro vai ter energia suficiente para enfrentar os estudos.

E você também vai se sentir melhor.

Não tem coisa pior do que se olhar no espelho e perceber que seu corpo não é mais o mesmo.

É incrivelmente desmotivador para os estudos, conceber que a rotina está fazendo aumentar suas medidas.

Além disso, é extremamente mais agradável de estudar quando não se está empanturrado.

Imagina estudar três horas depois de comer uma feijoada.... Credo!!!!!

 

Dormir é uma perda de tempo de estudo

Dormir é uma perda de tempo de estudo

Eu tenho de te confessar que eu vou na contramão da maioria das pessoas.

Acordo às quatro da manhã e, antes de qualquer coisa no dia, faço um aeróbico conjugado com uma sessão de yoga. Agora você deve estar rindo...

Essa mulher é louca.

Como pode?

Simples, vou dormir as oito da noite.

Calma.

Não estou indicando isso para você.

Meu ritmo circadiano é assim. Sou do dia.

Para o meu último concurso, acordava às três da manhã para otimizar meu dia, mas dormia ás 20:00.

Sou assim.

Você deve encontrar o que é melhor para você, deve respeitar o seu corpo, estudar nas horas em que rende mais e dormir nas horas que têm sono.

Não adianta achar que com o livro aberto na frente o conhecimento vai entrar.

Tenho alunos que estudam quatro horas por dia, mas realmente estudam essas quatro horas, então, têm um rendimento muito bom.

Claro...

Se pudessem estudar um pouco mais, mantendo hábitos saudáveis, teriam um rendimento melhor.

No entanto, eles não conseguem, dentro do que podem, fazem muito bem.

 

Mens sana in corpore sano

Mens sana in corpore sano

 Sempre acreditei nisso.

Uma mente sã em um corpo são.

Esse é o melhor que eu posso fazer por mim e acredito que seja o melhor que um concurseiro pode fazer por si mesmo.

O equilibro é a resposta para que consiga fazer do seu corpo e do seu cérebro armas afiadas para o seu projeto de passar em um concurso. 

 

Paula Gonçalves

 

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